terça-feira, 17 de novembro de 2009

Campeonato Brasileiro de Rali de Velocidade:Continuação

O Campeonato brasileiro de rali divide-se em cinco categoriras: N4, N3, A6, N2 e N2 light. Todos os veículos devem ter sua ficha de homologação devidamente regularizada junto a CBA, CODASUR ou FIA. Os veículos nacionais do grupo N, que não possuem suas fichas de homologação, podem disputar o campeonato, devendo apresentar o manual do fabricante do veículo, que será utilizado nas vistorias. Para os veículos do Grupo A, a preparação de motor, câmbio e suspensão são praticamente livres. Os veículos do Grupo N mantêm motor e câmbio originais, assim como parte do interior do carro. A preparação da suspensão é livre.

Categoria Especificação
N4 veículos até 2000cc, turbo, tração 4x4
N3 veículos entre 1601 e 2000cc, tração 4x2
A6 veículos entre 1401 e 1600cc, tração 4x2
N2 veículos entre 1401 e 1600cc, tração 4x2
N2 light veículos entre 1401 e 1600cc, tração 4x2 (Cat. Acesso – sem pilotos experientes).

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Campeonato Brasileiro de Rali de Velocidade

Campeonato Brasileiro de Rali é uma série de rali organizada pela Confederação Brasileira de Automibilismo disputado em oito etapas em cinco estados brasileiros, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Minas Gerais. O campeonato divide-se em cinco categorias sendo o campeão de cada categoria o competidor que somar o maior número de ponto no final das oito etapas, tendo direito a um descarte. O sistema de pontuação do Campeonato brasileiro de rali é similar ao do campeonato mundial, marcando, do 1° ao 8° lugares, respectivamente, 10, 8, 6, 5, 4, 3, 2 e 1 pontos.

No Brasil tudo começou no início da década de 50, quando um grupo da Sociedade Esportiva e Cultural dos Empregados da Light (SEGEL) resolveu organizar ralis na cidade de São Paulo. Eram provas muito mais de cunho social do que desportivo. No fundo, estava-se aplicando o exato significado da palavra inglesa rally - reunião, confraternização.

Em 1961, foi organizado o primeiro campeonato regional de rali, em São Paulo. Quatro anos mais tarde Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul também organizaram campeonatos regionais. O primeiro campeonato nacional aconteceu em 1973. Em 2008 o campeonato brasileiro chegou a sua 27ª edição.


quinta-feira, 12 de novembro de 2009

explicação:significados das bandeiras automobilísticas

Bandeira Descrição
F1 yellow flag.svg Bandeira amarela
Perigo logo a frente. Reduza a velocidade!
F1 light blue flag.svg Bandeira azul
Dê passagem (o retardatário) a um carro mais veloz que quer ultrapassar! Actualmente, o piloto deverá permitir a passagem até três curvas após lhe ser mostrada a bandeira ou arrisca penalizações.
F1 green flag.svg Bandeira verde
Pista livre. Geralmente mostrada após o Safety Car sair da pista ou

após um trecho em bandeira amarela.

F1 red flag.svg Bandeira vermelha
Corrida paralisada.
F1 yellow flag with red stripes.svg Bandeira listrada em amarelo e vermelho
Cuidado! Óleo na pista ou pista escorregadia.
F1 white flag.svg Bandeira branca
Carro lento em pista. Pode ser um monolugar, uma ambulância ou qualquer outro carro de serviço na pista.
F1 chequered flag.svg Bandeira xadrez (ou quadriculada)
Fim da prova.
F1 black and white diagonal flag.svg Bandeira metade preta, metade branca na diagonal
O piloto tomou alguma atitude antidesportiva, a qual deve ser corrigida o mais rápido possível para não haver desclassificação.
F1 black flag.svg Bandeira preta
Desclassificação do piloto ao qual foi indicada.
F1 black flag with orange circle.svg Bandeira preta com um círculo laranja
Algum problema técnico. O piloto deverá voltar as boxes.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Stock Car Light


O Campeonato Brasileiro de Stock Car ou simplesmente Stock Car é a principal modalidade de automobilismo do Brasil. Foi criada em 1979.

Em 1993, foi criada a Stock Car Light com o objetivo de facilitar o acesso aos estreantes na Stock Car. Com provas ocorrendo como preliminares da Stock Car V8, seguindo o mesmo calendário. Alguns pilotos passaram pela categoria, entre eles: Giuliano Losacco, Cacá Bueno, Thiago Marques, Carlos Col (hoje organizador e promotor do Campeonato Brasileiro de Stock Car), Mateus Greipel, Luis Carreira Jr., Diogo Pachenki, Pedro Gomes, Guto Negrão, Alceu Feldmann, Nonô Figueiredo, David Muffato, Fábio Carreira entre outros.

Em 2003 aconteceu a troca dos Ômega pelos mais modernos Astra. Na temporada de 2004 os Stock Light ganharam os motores V8 com menos potência do que os Stock V8: 350 cavalos contra 450 HP da mais tradicional categoria do automobilismo da América Latina.

Em 09 de dezembro de 2007, a Stock Car Light viu um acidente fatal que tirou a vida de Rafael Sperafico, de 28 anos, que morreu em um acidente durante a sexta volta da etapa de Interlagos. Ele era primo de Rodrigo e Ricardo Sperafico que atuam na Elite da Stock Car Brasil.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Brasil GT3 Championship

A Brasil GT3 Championship é uma categoria brasileira de automobilismo, disputada desde 2007, com os chamados "carros dos sonhos".

A FIA GT3 foi criada na Europa em 2006, e a partir dela foi criada a versão brasileira, a Brasil GT3 Championship.

A primeira temporada foi disputada em 2007, sendo que o título ficou com a dupla Andreas Mattheis e Xandy Negrão, que pilotavam uma Dodge Viper.

Para adicionar mais tempero ao que já é bom várias rodadas da Copa Renault Clio e da Fórmula 3 Sul-americana acontecem em conjunto com a GT3.https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiCcz2b1nmYXDn8NaAKhiTBf-Xh_A0OKLSoxCOCZztw6CxKqZXdurwPTk9yIjfIDZQgNWRxCrrwUuB8YxwUg0YQvjJkt9RMNqEYI7tp4NDpThOJ5Mx7iUEAFRAnvMCnlRoOaPKgTrNiZI-3/s1600-r/lambo_GT3.JPG

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi7T9gs-OCnEXKWnK243JQYHQS92poAkjKi9EsSL7tRQBHhV6wo0ZI1CV01ZbKgXxZj9H3zo7R3je2egBNWlUUwDdXGMaZCeH2DvO8TPZyPGQMchzIDpKn7MAmKHS_0c5LnJZD0cvAsmUC2/s400/GT3_Porsche.jpg

http://www.goesporte.com.br/imagens/gera_lobo_0121.jpg

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Stock car:outra variedade do automobilismo


Foi criada em 1979 para ser uma alternativa à extinta Divisão 1 (D1), que corria com as marcas Chevrolet (Opala) e Ford (Maverick). Isso ocorreu porque a D1 vinha perdendo o interesse do público e dos patrocinadores por estar se tornando uma categoria monomarca devido à superioridade dos modelos Chevrolet. Para que isso não ocorresse, a General motors criou uma nova categoria, que unisse desempenho e sofisticação. O nome foi um golpe de mestre: além de emular o nome da famosa categoria americana, desviava a atenção de que era uma monomarca, fato que foi comprovado na prática somente neste ano.

A sua primeira corrida foi realizada no dia 22 de 1979 no Autódromo de Tarumã,o Rio Grande do Sul. A criação da categoria foi a melhor resposta a um antigo anseio de uma comunidade apaixonada por carros de corrida: uma categoria de Turismo que unisse, para os padrões da época, desempenho e sofisticação.

O regulamento foi criado para limitar os custos, procurando equilíbrio, sem comprometer as performances dignas das competições internacionais. A primeira prova contou com a presença de 19 carros, todos do modelo Opala com motores de seis cilindros de 4 100cm3. A pole position da estréia foi do carioca José Carlos Palhares, o Capeta. Ele fez o tempo de 1min 23s 00. A prova foi vencida por Affonso Giaffone.

domingo, 8 de novembro de 2009

Competições automobilísticas:Fórmula Truck


A Fórmula Truck é atualmente a categoria mais popular do automobilismo Brasileiro. A categoria é composta de caminhões modificados. São 6 marcas de veículos e atualmente correm 24 pilotos em 14 equipes.

A origem da categoria surgiu do contato entre o caminhoneiro santista Aurélio Batista Félix e o jornalista português Francisco Santos. Em 6 de Setembro de 1987 houve a primeira corrida no circuito do Autódromo Nacional de Cascavel no Paraná. A prova de exibição juntou 35 pilotos e foi batizada de "I Copa Brasil de Caminhões". Com o acidente fatal de um dos participantes durante a corrida o projeto ficou abalado e Francisco Santos se retirou três anos depois.

Em 1994 a preocupação com a segurança foi prioridade para a realização de uma nova apresentação de volta da categoria para caminhoneiros e empresários do setor no autódromo de Interlagos, em São Paulo.

A categoria começou a se consolidar em 1995 com a disputadas de quatro provas demonstrativas. Foram realizadas nas cidades de Cascavel e Londrina (PR), Tarumã (RS) e Goiânia (GO). Em Goiânia compareceram mais de 120 mil pessoas. Em 1996 foi disputado o primeiro campeonato da categoria, com regulamento definido e homologado pela Confederação Brasileira de Automobilismo. A primeira prova oficial, disputada em Guapor (RS) contou com 13 caminhões no grid.

Morreu na noite de 5 de Março de 2008 o criador da Fórmula Truck, Aurélio Batista Félix, em decorrência de uma hemorragia estomacal. Félix tinha problemas no coração e sofreu um infarto na primeira etapa da temporada 2008, em Guaporé, no Rio Grande do Sul.

O treino classificatório que decide o grid de largada é realizada no sábado anterior a prova. Cada piloto pode dar uma volta de aquecimento, três cronometradas e mais uma de desaceleração. Se ele desistir da sua volta, tem direito a uma única tentativa no final do treino.

Na Fórmula Truck o número de voltas de uma etapa varia entre 30 e 35, dependendo da extensão da pista e das condições do autódromo, na etapa do Ceará, que foi incluida em 2006, pelo fato da pista ser curta, a prova foi planejada com 60 voltas. As voltas completadas com o Pace Truck não são contadas como voltas válidas. Nas largadas e relargadas não há um emparelhamento dos caminhões parados e as ultrapassagens são permitidas apenas depois da bandeirada ou quando o farol verde é aceso.


Pace Truck do campeonato de 2006.

Ao completarem a 12ª volta válida (18ª no Eusébio), os pilotos recebem uma bandeira quadriculada em verde e amarelo, que pontua os seis primeiros colocados. Neste momento, entra na pista o Pace Truck, que neutraliza a corrida para limpeza e retirada de veículos da pista permanecendo de três a cinco voltas. Após a relargada, os caminhões completam o número de voltas estabelecidos e formam o pódio de acordo com a classificação na prova, acrescidos os tempos das penalizações, quando for o caso.

Apesar dos caminhões contarem com potência suficiente para passar dos 200 km/h, há na Fórmula Truck um limite de velocidade de 160 km/h para garantir melhor segurança. A fiscalização acontece com a ajuda de “radares” instalados em alguns pontos ao redor da pista.